18 abril 2016

Passatempo: Saias EP



[Edit: O passatempo está fechado, os vencedores já foram contactados. Obrigada pelas participações! As respostas podem ser consultadas aqui.]

Há 30 exemplares do EP Saias para oferecer a quem conseguir responder a estas 10 questões. A respostas estão espalhadas por este blog — vejam também as letras, concertos e vídeos. Os 30 melhores classificados serão contactados via email na próxima semana e vão receber um EP em casa. Boa sorte!

17 abril 2016

Resultados: Melhor single do último álbum

Ganhar o Dia ganhou mesmo o dia. Com 32% dos votos, foi eleito melhor single do álbum Diabo na Cruz. Vida de Estrada (26%) esteve perto, tão perto de alcançar a vitória. Para trás ficou Saias (22%) e Moça Esquiva (18%).

16 abril 2016

8 de Agosto: Diabo na Cruz nos Açores

A Semana do Mar, na ilha do Faial, divulgou esta semana o programa completo da edição deste ano. No dia 8 de Agosto, os Diabo na Cruz sobem ao Palco Principal por volta das 23.30. Os concertos do Palco Principal são de entrada gratuita.

14 abril 2016

Jorge Cruz escreve novo fado de Raquel Tavares

"Meu Amor de Longe", com letra e música de Jorge Cruz, é o novo single de Raquel Tavares. É a canção que anuncia Raquel, o novo disco da fadista, que chega às lojas no dia 6 de Maio. "Meu Amor de Longe" foi estreada ao vivo no ano passado em Lisboa (ver vídeo) e esta noite em televisão no Jornal das 8 da TVI (ver vídeo).

Edit: O vídeo e a letra já podem ser vistos aqui. Mais sobre a Raquel Tavares aqui.

Diabo na Cruz em Aveiro: bilhetes à venda

Os Diabo na Cruz actuam na Semana do Enterro de Aveiro no dia 11 de Maio. A banda sobe ao palco do Parque de Feiras e Exposições por volta da meia-noite [edit: o horário foi alterado, o concerto começa depois das 00h45]. Os bilhetes custam 10€ para estudantes, 12€ para não estudantes e podem ser comprados na Bilheteira Online:

http://bol.pt/Comprar/Bilhetes/36035-semana_do_enterro_aveiro_2016_dia_11-parq_feiras_e_exp_aveiro/

13 abril 2016

Saias a rodar na imprensa brasileira (parte 2)


Um site brasileiro descobriu Diabo na Cruz e foi amor à primeira vista. Graças a Saias, o site Drop Music foi ouvir toda a discografia da banda e publicou este artigo:
«Ultimamente são pouquíssimas bandas que chamam minha atenção e que me façam passar o dia ouvindo suas músicas incansavelmente. Posso contar nos dedos de uma mão quem me fez “perder” tempo pesquisando sua história, vendo seus vídeos e divulgando nas redes sociais, e nunca espera que uma banda portuguesa estivesse entre essas poucas escolhidas. 
«E a Diabo na Cruz me fisgou de jeito desde que vi o belíssimo vídeo de Saias – o qual não canso de rever no Youtube. A banda nasceu em 2008 e já lançou três álbuns e três EPs - o último, com uma nova versão de Saias, acabou de ser lançado – em que misturam rock com a tradicional música portuguesa, principalmente o vira, o fado, mas também no que ficou conhecido como nacional-cançonetismo, com seu resgate de costumes portugueses, mas que também encontra eco no Brasil, principalmente no Nordeste brasileiro, muito influenciado pelo colonialismo português – ouça Combate com Batida –, o que faz com que o trabalho do sexteto tenha, mesmo que indiretamente, uma pequena ligação com o Brasil. 
«Apesar de ser uma banda pop, o Diabo na Cruz se arriscou em sonoridades levemente diferentes em seus três álbuns. Se lá no começo, em Virou! o flerte com o folclore português era um pouco mais forte – vide O Regresso da Lebre e Tão Lindo –, o grupo arriscou um som mais denso em Roque Popular, e voltou com força com um pop irônico e divertido em Diabo na Cruz, mas sem esquecer suas raízes, que são exatamente a “graça” do trabalho autoral da grupo. 
«O trabalho feito pelo Diabo na Cruz, lembra, em alguns momentos, a busca por novas sonoridades que bandas brasileiras trilharam nos anos 1990 e começo dos anos 2000. Um olhar para o regionalismo com o intuito de moderniza-lo e apresenta-lo para uma nova geração que pouco, ou nada, tem de ligação com seu passado, considerado antiquado e sem graça. 
«Pena que as poucas rádios brasileiras dedicadas ao rock não vão se interessar pelo trabalho desses portugueses, seria uma ótima oportunidade de dar novas caras, até mesmo, para o nosso rock brasileiro, tão interessado em copiar fórmulas batidas.»