04 novembro 2016

Jorge Cruz no magusto da Amor Fúria

Depois do funeral, a editora Amor Fúria vai celebrar amanhã (sábado 5) o Magusto de Sétimo Dia. Vai haver castanhas, canções, jeropiga e actuações de Jorge Cruz, Samuel Úria, B Fachada, Benjamim, João Coração, Manuel Fúria, Tiago Guillul, Éme, Diego Armés, Lipe, Filipe Sambado, Pedro Puppe, O Martim e Pedro Lucas.

O magusto acontece em Lisboa, entre as 15h e as 20h, na Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº 10 (em frente ao portão da Fábrica do Braço de Prata). A entrada é livre, mas agradecem-se donativos para cobrir as despesas do evento.

 

Marisa Liz (Amor Electro) fala sobre Jorge Cruz

Marisa Liz, a vocalista dos Amor Electro, é a mais recente entrevistada no programa Maluco Beleza de Rui Unas. Quando lhe perguntam sobre o processo criativo da banda, Marisa refere-se a Jorge Cruz (a partir do minuto 24:50):
«O Jorge Cruz, de Diabo na Cruz, que é uma banda que eu curto muito, nunca tinha escrito para nenhuma mulher. Ele começou a escrever para outros connosco. E a primeira letra que ele escreve é o Rosa Sangue, que também se tornou num sucesso. E a partir daí isto foi uma parceria que faz sempre sentido, e agora neste terceiro disco ele já fez também mais uma letra.»
Para os Amor Electro, Jorge Cruz já escreveu as letras de Só é Fogo se QueimarAmanhecerNo Esplendor do Vendaval e Rosa Sangue. O novo disco dos Amor Electro deverá sair no início do próximo ano.

01 novembro 2016

Verde Milho

Numa das últimas emissões do programa Metropolis, da RDP África, Jorge Cruz falou sobre o significado da letra de Verde Milho:
«É uma canção sobre aquela quase impossibilidade de hoje em dia, onde quer que estejamos, mesmo sozinhos no meio de um monte a ouvir a brisa, de nos sentirmos livres e sem sermos marionetas nas mãos de poderes que controlam o nosso destino.»

31 outubro 2016

José Salgueiro sobre Diabo na Cruz

José Salgueiro, músico ligado aos Trovante e Gaiteiros de Lisboa (entre muitos outros), e que tem trabalhado no Festival da Lusofonia, em Macau, falou numa entrevista sobre as bandas que incorporam as raízes portuguesas na sua música:
Em relação à evolução da música portuguesa, que análise faz?
Obviamente foi evoluindo também, digamos que não estoirou, mas já existem muitos grupos. Muitos deles têm vindo a Macau, quando há Festival da Lusofonia e não só, o Instituto Cultural também traz imensos grupos. Há uma apetência grande para ir buscar sempre as raízes para a música comercial.

E isso agrada-lhe.
De alguma forma sim, desde que seja bem feito – é uma questão também de gosto. Mas temos os casos dos Virgem Suta e Diabo na Cruz, que são grupos que vêm do rock mas que, ao mesmo tempo, incorporam não só literatura portuguesa, como as próprias raízes musicais: os ritmos, as formas. Há muita coisa a acontecer e isso agrada-me bastante.
Quando Diabo na Cruz esteve em Macau, no Festival da Lusofonia, isto aconteceu:

João Gil na festa-funeral da Amor Fúria


A editora Amor Fúria vai encerrar actividade e o seu funeral é hoje celebrado no Musicbox, em Lisboa. Para o efeito foi criada uma banda chamada Real Orquestra do Campo Grande, que interpretará o repertório da editora e conta com João Gil (Diabo na Cruz) nas teclas, Pedro Lucas (Os Velhos) na bateria, Tiago Brito (Capitães da Areia) na guitarra e Manuel Fúria (Os Golpes) no baixo.