«O Jorge Cruz, de Diabo na Cruz, que é uma banda que eu curto muito, nunca tinha escrito para nenhuma mulher. Ele começou a escrever para outros connosco. E a primeira letra que ele escreve é o Rosa Sangue, que também se tornou num sucesso. E a partir daí isto foi uma parceria que faz sempre sentido, e agora neste terceiro disco ele já fez também mais uma letra.»Para os Amor Electro, Jorge Cruz já escreveu as letras de Só é Fogo se Queimar, Amanhecer, No Esplendor do Vendaval e Rosa Sangue. O novo disco dos Amor Electro deverá sair no início do próximo ano.
04 novembro 2016
Marisa Liz (Amor Electro) fala sobre Jorge Cruz
Marisa Liz, a vocalista dos Amor Electro, é a mais recente entrevistada no programa Maluco Beleza de Rui Unas. Quando lhe perguntam sobre o processo criativo da banda, Marisa refere-se a Jorge Cruz (a partir do minuto 24:50):
03 novembro 2016
01 novembro 2016
Verde Milho
Numa das últimas emissões do programa Metropolis, da RDP África, Jorge Cruz falou sobre o significado da letra de Verde Milho:
«É uma canção sobre aquela quase impossibilidade de hoje em dia, onde quer que estejamos, mesmo sozinhos no meio de um monte a ouvir a brisa, de nos sentirmos livres e sem sermos marionetas nas mãos de poderes que controlam o nosso destino.»
31 outubro 2016
José Salgueiro sobre Diabo na Cruz
José Salgueiro, músico ligado aos Trovante e Gaiteiros de Lisboa (entre muitos outros), e que tem trabalhado no Festival da Lusofonia, em Macau, falou numa entrevista sobre as bandas que incorporam as raízes portuguesas na sua música:
Em relação à evolução da música portuguesa, que análise faz?Quando Diabo na Cruz esteve em Macau, no Festival da Lusofonia, isto aconteceu:
Obviamente foi evoluindo também, digamos que não estoirou, mas já existem muitos grupos. Muitos deles têm vindo a Macau, quando há Festival da Lusofonia e não só, o Instituto Cultural também traz imensos grupos. Há uma apetência grande para ir buscar sempre as raízes para a música comercial.
E isso agrada-lhe.
De alguma forma sim, desde que seja bem feito – é uma questão também de gosto. Mas temos os casos dos Virgem Suta e Diabo na Cruz, que são grupos que vêm do rock mas que, ao mesmo tempo, incorporam não só literatura portuguesa, como as próprias raízes musicais: os ritmos, as formas. Há muita coisa a acontecer e isso agrada-me bastante.
João Gil na festa-funeral da Amor Fúria
A editora Amor Fúria vai encerrar actividade e o seu funeral é hoje celebrado no Musicbox, em Lisboa. Para o efeito foi criada uma banda chamada Real Orquestra do Campo Grande, que interpretará o repertório da editora e conta com João Gil (Diabo na Cruz) nas teclas, Pedro Lucas (Os Velhos) na bateria, Tiago Brito (Capitães da Areia) na guitarra e Manuel Fúria (Os Golpes) no baixo.
28 outubro 2016
Resultados: Melhor canção do álbum Diabo na Cruz (que não foi single)
Do álbum Diabo na Cruz brotaram quatro singles, mas haveria muito mais por onde escolher. O grande vencedor, com metade dos votos, foi Duzentas Mil Horas, o tema que abriu praticamente todos os concertos da digressão deste ano. Em segundo lugar, um empate (16%) entre Armário da Glória e Mó de Cima, dois momentos igualmente importantes no alinhamento dos concerto de Diabo na Cruz. Amélia ocupa o terceiro lugar do pódio (9%).
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